Os bons resultados do trabalho de uma equipe nota 10

Constantemente pacientes da ACADEF elogiam a higiene e organização da instituição. Para alcançar isso é preciso muito trabalho e dedicação, e por trás disso existe um time muito unido. Raquel Santos, Catia da Silva, Elisiane Oliveira, Leonardo de Carvalho e Eduardo Santos fazem parte da equipe de apoio, responsáveis pela limpeza e organização.

Trabalham das 7h30 até 17h20 irradiando alegria pelos corredores. Contam que aqui, enquanto cumprem suas funções, até esquecem dos problemas de fora. Na parceria que existe entre os cinco, um vai ajudando o outro no que for necessário e dessa forma se divertem com o trabalho.

Mesmo não lidando diretamente com os pacientes, sabem que o trabalho aqui dentro da ONG é diferente do que em outras empresas, “O bom é que a gente sabe que de alguma forma a gente tá participando do processo de reabilitação, né, dos pacientes, sempre mantendo um bom ambiente de atendimento”, ressalta Leonardo.

Entre tantas histórias já vividas em oito anos de ACADEF, Raquel e Catia lembram do Felipe do PIC. Contam que quando começaram a trabalhar aqui o menino chegou em uma maca e mal podia se mexer. Agora ele está fazendo o curso do PIC, conversando com todos e sempre com sorriso no rosto, um verdadeiro exemplo de vida. Dessa forma contam que eles também podem ver os resultados dos tratamentos feitos aqui dentro.

Raquel acredita que Deus a colocou aqui para que não se desesperasse tanto há cerca de cinco anos quando o pai se tornou cadeirante. Suas irmãs ficaram mais apavoradas, mas ela que já estava convivendo com pessoas que se encontravam na mesma situação, apesar do susto, ficou mais tranquila, “Às vezes tu pensa que não vai acontecer contigo, com a tua família e acontece”. Ela diz que tem muito a gradecer a ACADEF por ter apoiado ela e o pai nestes momentos.

Contam que o modo como olham para pessoas com algum tipo de deficiência mudou depois da ACADEF. Perceberam que apesar de suas necessidades, são pessoas normais, como enfatiza a Elisiane: “Falo por mim, acho que eu era um pouco careta nesse sentido, mas depois tu vem pra cá tu acaba convivendo e vê que é uma coisa normal e ninguém é diferente de ninguém por estar em uma cadeira”.

 

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